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Diana Andringa

Chitato, Angola (1947). Jornalista. Iniciou estudos de Medicina na Universidade de Lisboa em 1964, que abandonou para se dedicar ao jornalismo. Estreia-se nos boletins universitários em 1965 e, em 1967, trabalha no Diário Popular. Em 1968 é redactora da revista Vida Mundial, de onde sai no âmbito de uma demissão colectiva. Até ser presa pela PIDE, por actividades subversivas, trabalha como copyrighter de publicidade. Volta ao jornalismo na redacção do Diário de Lisboa (1971-1972), acabando por se demitir. Entre 1972 e 1973 vai para França, onde chega a frequentar o curso de Sociologia na Universidade de Paris 8, em Vincennes. Regressa em 1974. Exerceu os cargos de subdirectora do Diário de Lisboa (1989-1990), subdirectora de actualidades na RTP1 (1998-2001) e subdirectora da RTP2 (2000-2001). Integrou a Comissão de Trabalhadores da RTP (1993-1998) e foi presidente da Direcção (1996-1998) e da Assembleia-Geral (1998-2001) do Sindicato dos Jornalistas. É comendadora pela Ordem do Infante D. Henrique e membro do Conselho da mesma Ordem. Trabalhou como jornalista tanto na imprensa escrita como na televisão pública. Depois de abandonar a RTP trabalhou como cineasta independente, fazendo documentários sobretudo sobre o fascismo e o colonialismo portugueses.

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