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Jonas van Holanda

Fortaleza (1989) é artista trans não binário, pesquisador de trânsitos poéticos e insurgências de gênero além de alquimista vegetal. O seu trabalho é baseado em subverter relações semânticas e criar novas referências estéticas com ferramentas e discursos decoloniais. Estudou Artes Visuais na Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ) e na Escola de Artes Visuais do Parque Lage. Entre suas exposições mais recentes destacam: Quando nós estamos? e 5ª edição do Prêmio Energias na Arte no Instituto Tomie Ohtake (São Paulo), Travessias Ocultas no SESC Bom Retiro (São Paulo), Bestiário no Centro Cultural São Paulo, e Sandwich Generation no Capacete (Rio de Janeiro).  Trabalhou na 32ª Bienal de São Paulo na obra-restaurante Restauro de Jorge Menna Barreto. Esteve recentemente em residência na Casa Matony, em La Paz, Bolívia, com a curadoria de Beatriz Lemos (LASTRO) e no Centro de Investigação Artística HANGAR (A residência foi realizada em conjunto com o Instituto Tomie Ohtake (Brasil), com patrocínio do Instituto EDP, sendo o artista vencedor da 5ª edição do Prêmio Energias na Arte, 2016). Participou da residência artística A SUL no Lavadouro Público do Carnide (Teatro do Silêncio, Lisboa). Propôs ações recentemente em Fabra i Coat espaço de arte contemporânea em Barcelona, ESP (Churrasquinho), no Festival FAR, Nyon, CH (Rootburger). Suas atividades constantes incluem ações e workshops de micropolítica alimentar e estruturas decoloniais em genero e feminismos, tentando reinvetar o papel das masculinidades no contexto carnofalocentrista atemporal. Junto com a artista Valentina D’Avenia gere uma cozinha autônoma: Cozinha Ephêmera. Vive e trabalha em São Paulo.

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