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Lucie Touya

França (1978). Cresceu em Libreville (Gabão) e Bamako (Mali), onde viveu durante a infância. Depois de estudar história da arte contemporânea na Sorbonne, a sua investigação levou-a a concentrar-se no trabalho de artistas contemporâneos africanos, principalmente o trabalho do escultor senegalês Mustafá Dime, o que a levou a seguir os passos do artista ao seu estúdio, na ilha de Gorée.  O mito da sereia Mami Wata e as suas representações na arte e práticas religiosas africanas tem sido o assunto do seu trabalho DEA na École des Hautes Études en Sciences Sociales (Paris) em 2003. O resultado dessa pesquisa foi publicado na editora Harmattan, colecção Africultures na coleção, com o título ‘Mami Wata la sirène et les peintres de Kinshasa’. Desde 2004, é estudante de doutoramento em antropologia da arte na EHESS e ainda trabalha com o mito da sereia, procurando os seus passos, do outro lado do Atlântico, na América Latina e no Caribe. Trabalhou também na exposição África Remix, a arte de um continente (2005) para o Centro Georges Pompidou. Atualmente, é assistente especial do Departamento de África em Criações da AFAA.

 

 

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