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Rui Mourão

Lisboa (1977). Artista visual e investigador. Faz videoarte desde 2005, cruzando videoinstalação, antropologia visual e dimensões performativas entre arte e vida. Pesquisa sobre o potencial laboratorial da arte em termos de identificação e transformação.  

Estudou Artes (UAB, Barcelona; CECC, Barcelona; Maumaus, Lisboa; Malmö Art Academy, Suécia). Pós-graduação em Culturas Visuais Digitais e mestrado em Antropologia (ambos no ISCTE, Lisboa). Doutorando em Estudos Artísticos (Univ. Nova de Lisboa), com bolsa de investigação da FCT. Foi selecionado para: Jovens Criadores – secção Vídeo (2006 e 2007); Anteciparte – Uma seleção da mais jovem expressão artística nacional (2009); LOOP – Video Art Festival, Barcelona (2007 e 2008); e FUSO – Anual de Vídeo Arte Internacional de Lisboa (onde recebeu o Prémio do Público, 2010). Realizou o filme O Carnaval É Um Palco, A Ilha Uma Festa, estreado na Cinemateca Portuguesa e nomeado para melhor documentário no Festival de Cinema QueerLisboa (2013). Fez várias residências artísticas (na Hungria, Suécia, Açores, etc), performances e colaborações artísticas (ex: com Coco Fusco no MACBA – Museu d’Art Contemporani de Barcelona, 2002; com Erwin Wurm no Malmö Konstmuseum, 2008; com mais de 100 pessoas em performances artivistas em museus portugueses, 2014). Escreveu o livro Ensaio de Artivismo – Vídeo e Performance. Tem feito comunicações em conferências, artigos e ensaios sobre arte.

Participou em mais de 50 exposições e videoscreenings em 16 países, destacando: Galpão Vídeo Brasil (São Paulo, 2018); Fundación Luis Seoane (A Coruña, 2018); Whitworth Art Gallery (Manchester, 2017); Spaces (Cleveland, 2017); Iklectik Art-Lab (Londres, 2016); Museu Berardo (Lisboa, 2016); CCVF (Guimarães, 2015); Museu Nacional de Arte Contemporânea – Museu do Chiado (Lisboa, 2014); Espaço do Conhecimento (Belo Horizonte, 2014); CCP – Cabo Verde (Praia, 2013); Palazzo Albrizzi (Veneza, 2012); Museu Nacional de Etnologia (Lisboa, 2012); Ateliers de la Ville (Marselha, 2011); Künstlerhaus Bethanien (Berlim, 2010); Centro Nacional de Artes Contemporâneas (Moscovo, 2008); Monkey Town (Nova Iorque, 2007).

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