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As últimas neves do Kilimanjaro

Foi apenas em 1861 que uma expedição dirigida pelo barão alemão Klaus von der Decken e pelo botânico inglês Richard Thornton conseguiu comprovar que o topo do Kilimanjaro possuía neve. Uns anos antes, em 1848, o missionário Joseph Rebmann avistou, e divulgou no ano seguinte, a sua descoberta, que no início pensou serem nuvens, e depois comprovou ser mesmo neve. Mas a sua descoberta foi então contestada. Hoje, as neves eternas do Kilimanjaro são um dos cartões de visita de África. A primeira ascensão ao cume aconteceu a 6 de outubro de 1889, por Hans Meyer, Ludwig Purtscheller e Johannes Kinyala Lauwo. A rota atualmente mais fácil de seguir em direção ao topo é via Marangu, Rongai ou Machame, e há vários programas promovidos por agências de turismo que permitem a sua escalada.

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Aqui em Ngorongoro

Aqui em Ngorongoro, os flamingos estão espalhados pelas águas baixas do lago, dão passos avulso e bicam no lodo com avidez. Reflexos dos flamingos e do céu marcado por nuvens pintam a água de azul, rosa, branco.
O vento vai dispersando as nuvens que se olham ao espelho; a tarde vai aquecer.
No norte da Tanzânia, a Oeste do Kilimanjaro e a caminho do famoso Parque do Serengueti existe uma das maiores caldeiras do mundo: a Cratera de Ngorongoro

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