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“É do chinês”

Ao longo da história da sinologia portuguesa colonial, os sinólogos portugueses e macaenses parecem ter sido motivados pelo seu amor e pela sua curiosidade em relação ao que os rodeava e ter construído o seu saber sobre a China através dos arredores imediatos em Macau. Foi deste amor e desta curiosidade que nasceu uma rede de documentos testemunhos da cultura popular cantonense da época – que os portugueses designavam por “cultura chinesa”.

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Cenas da memória colonial: a decadência e as ruínas de Macau

O que resta do Hotel Império, além de uma alegoria asiática com referência a Portugal? Não só um aglomerado de ruínas de um edifício que evoca a memória de um esplendor antigo e agora desbotado, que sobrevive só residualmente, mais como imagem estética do que como um fato documentável e reconhecido.

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